9 de abril de 2016

Da fragilidade das coisas





Amanhã nao haverá o teu rosto
Nem o encanto absurdo de ver-te.
Amanhã não haverá o teu riso e a casa estará vazia
E entre a varanda e o meu peito, apenas a lembrança do teu colo.

A vida...  este estranho lugar de colecionar saudades.



Maria Lucas
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