14 de junho de 2013

Por Brilho



Uma pequenina luz vem crescendo teimosa
Me acariciando de leve, talvez para não me assustar
E eu com mais medo que ela
Por já se mostrar bem capaz, mesmo tão pequenina,
De acordar a poesia que tenho tentado matar


Que seja verdade e não sopro
E não me ilumine se não for para brilhar.
E ficar...
Hoje penso poder finalmente entender este poema de Pablo Neruda:
“Me encante com uma certa calma, sem pressa. Tente entender a minha alma.”

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