27 de junho de 2013

Pelas Palmas das Mãos



É quando o tempo se dilui nas brancas horas do encanto
Que dois amantes se enxergam pelas palmas das mãos
numa sofreguidão de quem tem fome
_e come…
a pele, o corpo, as curvas,  os vãos que se escondem
Que dois amantes se enxergam pelas palmas das mãos< no desespero de quem tem sede _e bebe… >
da saliva, do suor, e do visgo que se exibe
Até que tudo se confunde
Até que tudo se mistura
Até que tudo se dilui
É quando a vida faz sentido 
Nas horas brancas do encanto
Em que dois amantes que se enxergam pelas palmas das mãos
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